Elas estão aqui, existindo. Simplesmente isso. Me agarram ao chão e não me deixam me afastar muito do que eu sou. Mudar seria tão belo quanto parece? A insatisfação permanente do ser humano não permite ver a beleza da continuidade, na maioria das vezes. Mas, na minoria das vezes, quando meus olhos se abrem realmente, o meu normal não é tão mal assim. O meu comum não é tão comum assim. Mas a mesma mediocridade alheia não muda. Ela me dá nojo e permanece ridiculamente igual. Pateticamente desprezível.
Obrigada a minhas raízes. Morram, raízes de outrem.
(/egocentrismo mode off)