Cabelo molhado. Ônibus cheio. Relógio contra a minha vontade. Ninguém na sala. Ninguém no hall. Até aí, um dia péssimo. Depois daí, apesar dos pesares, foi bem bom. Encontrei uns gatos pingados, entendi Webber, vi o Delfim. Saí correndo, visitei a TV Horizonte, conversei com um jornalista, custei prá achar o sindicato inutilmente. No Palácio das Artes, visitei a exposição do acervo do Roberto Marinho e uma outra, ‘ Sobre o deslocamento de coisas e gente – Paulo Nazareth’. Ambas muito boas mesmo. A última tinha três galinhas da angola ciscando por lá. Eu fiquei piando (ou latindo?) prá elas, mas elas fugiram. Vi uns livros bem legais também. Depois, vim prá casa e nada mais. Só aproveitando o frio e ouvindo músicas lindas. Agora tenho que ir, a história da Benetton me espera.
- "Ouse, ouse... ouse tudo! Não tenha necessidade de nada! Não tente adequar sua vida a modelos, nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém. Acredite: a vida lhe dará poucos presentes. Se você quer uma vida, aprenda ... a roubá-la! Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer. Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso: algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!" Lou Salomé
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